quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Cachaça - Perigo a vista!

A revista PROTESTE ( Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) testou as cachças. Das dez marcas que testamos, cinco apresentaram uma substância nociva à saúde acima dos limites seguros. O fato de termos encontrado o carbamato de etila, classificado como “provável agente cancerígeno”, em metade das marcas avaliadas não significa que você poderá ter câncer apenas por tomar uma dose de cachaça ou caipirinha. De qualquer forma, é melhor optar por uma marca com baixos teores da substância, já que estudos científicos em animais associam esta substância a um aumento da incidência de diversos tipos de tumores. O carbamato está presente em alimentos fermentados, como bebidas alcoólicas destiladas, e sua ingestão deve ser a menor possível. O valor aceitável estipulado no Brasil, mas que ainda não está em vigor, é de, no máximo, 150 μg/l (micrograma por litro). Em nossa análise, eliminamos cinco produtos por estarem acima desse limite. Rótulos das bebidas estão adequados: Também avaliamos a rotulagem das marcas que estavam conformes quanto aos teores de carbamato de etila. Verificamos informações que a legislação exige e outras que consideramos importantes, como número do lote, data de fabricação, nome e endereço do fabricante, ingredientes, registro no Ministério da Agricultura, Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), grau alcoólico e alerta para que se evite o consumo excessivo de álcool. Todas as informações exigidas por lei constavam nos produtos. Quanto à graduação alcoólica, todas foram consideradas muito boas, já que não encontramos diferença entre o valor informado no rótulo e o que medimos em laboratório.

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