segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Purificadores de água: não vale investir neles
Quem não gosta de matar a sede com um copo de água pura e geladinha? Para isso, um purificador seria a melhor opção. Só que não é bem assim. Todos os produtos que testamos foram eliminados em nossas análises, seja por vazamento, por facilitarem a proliferação de micro-organismos ou por não reduzirem a concentração de bactérias da água.
A PROTESTE (órgão não governamental de defesa do consumidor) tentou avaliar a eficácia dos purificadores de água, mas os resultados não foram bons. Para o teste foram analisados produtos das marcas: Consul CBP35 541; Europa Da Vinci Ice HF Inox 1.400; Latina XPA 775 710 e Ulfer Purigel. Como parâmetros de avaliação a resistência dos produtos à pressão hidráulica e a capacidade de reduzir o excesso de cloro e bactérias da água.
Os resultados foram desastrosos:
- Não suportaram a pressão de água proveniente da tubulação, deixaram vazar água e foram eliminados do teste.
- Além de sofrer vazamento, o purificador Latina permitiu que micro-organismos se proliferassem em seu reservatório, isso é o mais grave uma vez que um dos objetivos é reduzir a carga bacteriana!!!
- Quanto à eficácia na purificação (redução na concentração de cloro na água e se reduzia a concentração de bactérias) – aqui o resultado é razoável. O Europa diminuiu (80%) a concentração de cloro, em relação aos outros, que atingiram taxas acima de 95%. Porém o Ulfer foi o único que não reduziu a concentração de bactérias contidas na água de modo eficiente e, por isso, foi eliminado.
- Quanto aos benefícios à saúde, (evitar que os metais pesados que compõe o produto não contaminem a água). Felizmente, todos foram bem eficientes nessa tarefa.
Conclusão: a água de garrafão ainda é a melhor opção, em virtude dos riscos que os aparelhos apresentaram.
Água em garrafões: beba sem medo
É importante também lembrar que além do custo elevado – o purificador Ulfer, por exemplo, chega a R$ 2,2 mil – para todos os modelos você ainda terá custos que variam de R$119 s R$344 com a troca periódica do elemento filtrante, peça que retém as impurezas da água.
Em seu estudo a PROTESTE não conseguiu encontrar nenhum produto que atendesse a todos os requisitos mínimos obrigatórios de qualidade e segurança.
Fonte: proteste.org.br
sábado, 7 de novembro de 2015
O que são e para que servem os Probióticos
probióticos são bactérias benéficas que melhoram a saúde do intestino facilitando a digestão e a absorção de nutrientes.
Assim, o consumo regular de alimentos probióticos ajuda o funcionamento intestinal e ainda fortalece o sistema imune, ajudando a prevenir doenças, como gripes e resfriados.
Para que servem os probióticos
Os principais benefícios dos probióticos incluem:
Combater doenças intestinais, como colite, síndrome do intestino irritável, doença de Chron e inflamação intestinal;
Combater a candidíase, hemorroidas e infecção urinária.
Melhorar a digestão e diminuir a azia;
Aumentar a absorção de alguns nutrientes, como vitamina B ou metionina;
Aumentar a produção de macrófagos, que são células de defesa do organismo;
Emboras os benefícios dos probióticos para a saúde sejam amplos é importante consultar um nutricionista ou clínico geral antes de iniciar a ingestão de cápsulas de probióticos, por exemplo.
Alimentos com probióticos
Alguns exemplos de probióticos são os Lactobacillus acidophillus, L. casei e L. bifidum que, geralmente, são acrescentados em determinados alimentos que passam a ser denominados alimentos probióticos, como, por exemplo:
Yakult, Activia, Kefir;
Produtos orientais à base de soja, legumes e verduras, como Miso, Natto, Kimchi, que podem ser comprados em lojas especializadas.
Estes, quando consumidos regularmente, melhoram o trânsito intestinal, sendo especialmente indicados para casos de prisão de ventre e diarreia causada pela ingestão de antibióticos. Para alcançar os benefícios é recomendado o consumo de 1 iogurte com probióticos por dia, todos os dias. Os resultados podem começar a serem vistos após 7 dias.
Fonte: http://www.tuasaude.com/o-que-sao-os-probioticos/
terça-feira, 3 de novembro de 2015
apresenta novas diretrizes para modernização do SISBI-POA
Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) propôs novas diretrizes para a reestruturação do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA). As propostas abrangem as particularidades dos serviços de inspeção federal, estadual, distrital e municipal. O novo Sistema tem como objetivo preservar a saúde pública; contribuir com a saúde animal; proteger os interesses do consumidor; desburocratizar e agilizar processos de trabalho, entre outros benefícios importantes para a agricultura brasileira. As diretrizes estão abertas para consulta ao público e para sugestões.
“As mudanças também vão propiciar a manutenção do jovem no campo, promover a inclusão socioeconômica da pequena agroindústria, além diminuir a informalidade na produção de produtos de origem animal e fortalecer o agronegócio brasileiro como um todo”, explicou o coordenador geral de programas especiais da coordenação geral de programas especiais do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA), Maurício Goes.
Nos últimos três meses, foram realizadas diversas oficinas e reuniões com técnicos e diretores para a construção das diretrizes. De acordo com Maurício, a proposta foi dividida em macrotemas, que se tornaram os pilares para as novas diretrizes de reestruturação do Sistema. O primeiro é a hierarquização, seguido da sustentabilidade, modernização e capacitação/educação sanitária. Conheça mais sobre os macrotemas e como serão desenvolvidos:
Hierarquização
Segundo Goes, na proposta, o DIPOA será o Gestor Nacional do SISBI. “Isso para estimular ativamente a adesão dos demais entes executores da inspeção animal no país nos níveis estadual, distrital e municipal. Dessa forma, o DIPOA manterá todas as suas prerrogativas atuais, bem como atuará como órgão disseminador de informações e normativas técnicas, conferindo padronização das ações de inspeção de forma nacional”, explicou.
Sustentabilidade
De acordo com as diretrizes, deve ser prevista a criação de mecanismos de auto sustentabilidade para o SISBI de forma central, assim como nas três instâncias de execução. “Isso vai assegurar a disponibilidade de recursos suficientes para realização dos controles oficiais relativos à inspeção de produtos de origem animal no país”, salientou Goes.
Na avaliação dos possíveis mecanismos de sustentabilidade, segundo a proposta, devem ser considerados a previsão de repasses sistemáticos de recursos da União, a viabilidade da cobrança de taxas e a realização de parcerias estratégicas com órgãos de atividades afins.
Modernização
Nas propostas relacionadas com a modernização, foram selecionados quatro aspectos mais importantes. “O primeiro trata da elaboração de uma legislação harmonizada e o segundo do aperfeiçoamento dos procedimentos de inspeção permanente (ante e post mortem) e inspeção periódica com base no risco. Já o terceiro, sugere sobre o aumento dos grupos de avaliadores de risco, e o quarto ressalta a revisão das responsabilidades dos setores público e privado, junto aos processos de verificação oficial dos programas de autocontrole”, explicou Goes.
Capacitação técnica e educação sanitária
A capacitação técnica e administrativa inicial e continuada dos servidores é uma das diretrizes do quarto macrotema. Além disso, a capacitação didática dos servidores para desenvolvimento dos programas de educação sanitária também é destaque na proposta. “Outro aspecto importante é a realização de parcerias com entidades públicas e privadas para capacitação dos responsáveis técnicos (RT) dos estabelecimentos”, disse o coordenador.
Colabore com o SISBI
A adesão dos serviços de inspeção ao SISBI, na forma prevista no Decreto nº 5.741 de 2006, seguirá sendo realizada, como uma etapa transitória até que o sistema esteja estruturado de modo a garantir que os procedimentos e a organização da inspeção no país sejam realizados por métodos universalizados e aplicados equitativamente em todos os estabelecimentos inspecionados, conforme definido pela Lei nº 9.712/ de 2006.
“Esta condição permitirá a criação de um mercado único nacional, em que os produtos de origem animal, independente do âmbito de inspeção a que estejam sujeitos, federal, estadual, distrital ou municipal, terão livre trânsito e poderão ser comercializados em todo o país”, esclarece Goes.
Clique aqui e conheça na íntegra o relatório preliminar das novas diretrizes.
Caso você queira dar sua contribuição mande até o dia 22 de novembro para o email: gt.portaria58@agricultura.gov.br
Mais informações para a imprensa:
Assessoria de comunicação social
Cláudia Lafetá
claudia.lafeta@agricultura.gov.br
imprensa@agricultura.gov.br
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