sexta-feira, 21 de junho de 2013
Ultimas notícias do mercado da Carne
Egito vai suspender embargo à carne bovina do Paraná em julho:
O chefe do Departamento de Quarentena Veterinária do Ministério da Agricultura do Egito, Youssef Mandouh Shalby, sinalizou que o país árabe vai retirar o embargo à carne bovina produzida no estado do Paraná em julho, informou comunicado divulgado pela Câmara de Comércio Árabe-Brasileira.
Se confirmada, a notícia reverterá um embargo que já durava seis meses. O Egito suspendeu as compras de carne bovina do Paraná em dezembro do ano passado, devido à confirmação de um caso de vaca louca “não-clássico” no estado.
Apesar de positiva, a retomada do mercado paranaense não terá grandes impactos nas exportações brasileira. Ainda que o Egito seja sexto maior importador de carne bovina do Brasil, o Paraná é um fornecedor pouco relevante.
Nos primeiros cinco meses deste ano, as exportações brasileiras de carne bovina para o Egito renderam US$ 134,9 milhões. Em volume, esses embarques somaram 40,1 mil toneladas, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Carne Bovina (Abiec).
Fonte: jornal Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
Abipecs: Ucrânia reabre mercado para carne suína brasileira
A Ucrânia voltou a autorizar empresas brasileiras a exportar carne suína, afirmou o presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína, Rui Vargas. Segundo Vargas, alguns compradores da Ucrânia habilitaram cinco estabelecimentos a exportar.
Segundo informações da Abipecs, o Brasil embarcou para a Ucrânia 8,7 mil toneladas de carne suína para o país em fevereiro, último mês de exportações regulares. Até então, a Ucrânia era o principal comprador da carne suína brasileira. O veto ucraniano à carne suína do Brasil aconteceu em março, devido à detecção da bactéria listeria em lotes de carne suína enviados ao país europeu.
O embargo ucraniano fez as exportações brasileiras despencarem. Em maio, as vendas externas de carne suína caíram quase 18% em maio. No acumulado do ano até maio, a retração dos embarques foi de 57%, informou a Abipecs.
Fonte: jornal Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
terça-feira, 11 de junho de 2013
Cuidado com o trânsito de alimentos
Alimentos trazidos pela seleção italiana são retidos no aeroporto
A seleção italiana enfrenta problemas com o Ministério da Agricultura do Brasil. Diversos produtos perecíveis foram retidos na manhã desta segunda-feira no Aeroporto Internacional Tom Jobim por não estarem acompanhados da documentação necessária.
O macarrão industrializado e o molho de tomate em lata passaram sem problemas, mas o prato mais típico do país não terá, por exemplo, um ingrediente praticamente obrigatório: o queijo parmesão que, bem como o presunto cru e outras iguarias italianas, não puderam entrar em território brasileiro. Segundo a imprensa italiana, foram trazidos para o Brasil 200 quilos de macarrão, cerca de 100 quilos de carne seca e quase 100 litros de óleo, além de arroz e café - grãos diferentes dos utilizados no Brasil.
A delegação trouxe cozinheiros próprios e todo um aparato para que os jogadores se sintam em casa. Na bagagem, além da comida, um grande estoque de vinho está à disposição dos italianos, que ainda tentam liberar os demais produtos. No total, foram quatro carretas de material esportivo, itens para lazer e comida trazido pelos europeus.
Os italianos também trouxeram na bagagem cerca de 40 televisões. Quatro delas, de 52 polegadas, são para acompanhar os quatro consoles de videogame que farão a alegria dos jogadores nas horas de clausura na concentração. Mas não para por aí. Os equipamentos de lazer também incluem três fliperamas, mesa de totó e de “pingue-pongue”, além de outros mimos.
Confira a lista de produtos que não podem ingressar em território brasileiro sem autorização prévia
- Frutas e hortaliças frescas;
- Insetos, caracóis, bactérias e fungos;
- Flores, plantas ou partes delas;
- Bulbos, sementes, mudas e estacas;
- Animais de companhia (cães e gatos);
- Aves domésticas e silvestres;
- Espécies exóticas, peixes e pássaros ornamentais e abelhas;
- Carne de qualquer espécie anima l, in natura ou industrializada (embutidos, presunto, salgados, enlatados);
- Leite e produtos lácteos;
- Produtos Apícolas (mel, cera, própolis);
- Ovos e derivados;
- Sêmen, embriões, produtos biológicos, veterinários (soro, vacinas);
- Alimentos para animais;
- Terras;
- Madeiras não tratadas;
- Agrotóxicos;
- Material biológico para pesquisa científica, entre outros;
- Refeição de bordo.
A lista de produtos considerados processados e, portanto, liberados para o trânsito internacional contempla óleos, alcoóis, frutos em calda, chocolate, café torrado e moído, sucos, vegetais em conserva,
arroz, farinha e erva-mate industrializada, entre outros.
Fonte http://www.anffasindical.org.br/
domingo, 2 de junho de 2013
Folguinha
Pessoal tirei uns dias de folga mas em breve trago novidades, aproveitem para divulgar o blog e convidar mais gente interessada no assunto como nós para se juntar as nossas discussões e ajudar com matérias e sugestões. Abraço a todos
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