quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Ferramentas de qualidade

As ferramentas de qualidade servem para ajudar a melhorar a gestão dos processos no dia a dia das empresas por isso partilho com vcs este tema que está em meu linkedin: DOWNLOAD GRÁTIS DE FLUXOGRAMA EM EXCEL....documentosiso.blogspot.com.br DOWNLOAD GRÁTIS DE FLUXOGRAMA EM EXCEL documentosiso.blogspot.com.br norma ISO 9001, instrução de trabalho, procedimento, qualidade, norma ohsas 18001,registros da qualidade, norma iso. Sempre acreditei que conhecimento é para ser partilhado !

CRMV-RS e entidades discutem exigência de RT em supermercados

O alto número de reclamações envolvendo os locais de manipulação de produtos de origem animal em supermercados, fez com que a Coordenadoria Geral da Vigilância em Saúde de Porto Alegre (CGVS) entrasse em alerta. Em 2012, na Capital, foram investigados e notificados 46 casos de intoxicação alimentar em comércio de alimentos. Em todo o mundo, a intoxicação causa a morte de 1,5 milhão de pessoas por ano. Diante dessa realidade, em novembro, representantes do CRMV-RS e Sindicato dos Médicos Veterinários do RS (Simvet) receberam, na sede da autarquia, em Porto Alegre, o chefe da equipe de Vigilância de Alimentos da CGVS Paulo Casa Nova para reunião sobre a participação do médico veterinário responsável técnico (RT) em supermercados. Priorizar a segurança alimentar da população é o principal objetivo do grupo que irá elaborar um estudo técnico a ser encaminhado ao prefeito da capital para determinar a exigência de um responsável técnico em cada estabelecimento de manipulação de produtos de origem animal. A expectativa é que o estudo se reverta em portaria ou lei municipal para regulamentar a atividade. Segundo estimativas da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), no Rio Grande do Sul existem 4,1 mil lojas supermercadistas. Na grande Porto Alegre, esse número é de 900 estabelecimentos. Segundo Casa Nova, a atividade de responsabilidade técnica em supermercados é muito complexa, pois são desempenhadas muitas atividades num mesmo lugar. “Existe um grande volume de atividade. Em um único estabelecimento temos o açougue, roticeria, friambreria e peixaria. Com isso, é necessário um RT presente por um tempo determinado para garantir a qualidade dos produtos de origem animal” relata. Para o secretario executivo do CRMV-RS, Tiago Dutra, o estudo, encaminhado posteriormente aos representantes do poder público, representa um anseio de toda a classe médico-veterinária. Como é a regulamentação atual? - Existe uma portaria de 1993, de nº 1.428, do Ministério da Saúde, que regulamenta o RT em estabelecimentos que industrializam alimentos. Pouco esclarecedora, a lei não exige médico veterinário como Responsável Técnico em supermercados. Quem pode ser o RT? - Engenheiro de alimentos, médico veterinário, nutricionista e áreas afins de nível técnico e superior.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Hora de qualificar - Congresso de Higienistas de Alimentos

HIGIENISTAS ALIMENTARES: ESPERAMOS TODOS EM GRAMADO, EM ABRIL DE 2013! Caríssimos Colegas Higienistas Alimentares, militantes das variadas áreas das ciências alimentares, sediados no Brasil e em toda a América Latina: estamos envidando todos os esforços, há quase dois anos, para recepcioná-los e hospedá-los condignamente em Gramado, no Rio Grande do Sul, entre os dias 23 e 26 de abril de 2013, para o nosso encontro bienal, com a 6ª versão do Congresso Latinoamericano e a 12ª do Brasileiro de Higienistas de Alimentos. O ano de 2013 se avizinha para a indústria de alimentos com enorme expectativa, motivada pelas enormes transformações que ocorreram na concepção de produção, industrialização e distribuição dos alimentos, decorrente das novas e improrrogáveis exigências de sustentabilidade e “saudabilidade” dos produtos elaborados. Ao elegermos como tema central dos eventos “OS ALIMENTOS SOB A ÓTICA DA SUSTENTABILIDADE: ENTRE A CONSCIÊNCIA E A PRÁTICA”, preocupou-nos justamente as novas características que se agregam à indústria alimentícia, tendo em vista as imposições crescentes de segurança, tanto do alimento, quanto do ambiente e do consumidor. Variáveis como sustentabilidade, agroecologia, bem-estar animal, funcionalidade, saúde física e mental, sensoriabilidade, prazer, marcarão o futuro da empresa de alimentos, que será desafiada a cada instante para inovar e transformar os alimentos em promotores de saúde, que dêem prazer, segurança orgânica e mental, enfim, que realizem o consumidor e não apenas o satisfaça nutricionalmente. Para a indústria, será o desafio de buscar o chamado “alimento inteligente”. Veja mais informações em http://www.higienista.com.br/index.html