quinta-feira, 21 de junho de 2012

PAS 223:2011 - PRÉ-REQUISITOS PARA FABRICAÇÃO DE EMBALAGEM PARA ALIMENTOS

Programa de Pré-Requisitos e Requisitos de Design para Segurança de
Alimentos na Fabricação e Fornecimento de Embalagem para Alimentos



A Food Design em parceria com a ABRE traz o treinamento nesta norma de segurança de alimentos, fundamental para as empresas que fornecem embalagens para alimentos e seus insumos.



Não perca esta oportunidade de sair na frente!


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Investimento:

· Associados: R$ 450,00

· Não associados: R$ 600,00





Vagas limitadas!

Inscrições até 20 de junho de 2012

Mais informações e Inscrições: 11 3082-9722
Raquel Fraga (ramal 213) | comites@abre.org.br



Encontro vocês lá,


Ellen Lopes, PhD

Diretora Executiva

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Suinocultores investem em conforto para o suínos

Os especialistas explicam que o bem-estar animal não diz respeito apenas à ausência de crueldade ou de "sofrimento desnecessário". É algo mais complexo. O bem-estar animal é geralmente definido como um conjunto de conceitos que incluem: estados naturais, mentais e físicos; as 5 liberdades; necessidades e senciência. Nos Estados naturais, mentais e físicos são observados a saúde física (o quão em forma ele está), sua saúde mental (incluindo como ele se sente). O bem-estar de um animal ainda pode ser descrito como bom se ele estiver em forma, saudável e livre de sofrimento. Um animal pode ter um problema físico como, por exemplo, um tumor e não ser afetado mentalmente, caso não sinta dor ou desconforto. Da mesma forma, um animal pode sentir medo e ansiedade, sem que isso esteja associado a um problema físico. Assim, uma condição pode afetar o estado mental ou físico de um animal, ou ambos.

Quanto à habilidade do animal de satisfazer suas necessidades e seus desejos naturais, um exemplo é em seu ambiente natural. Um suíno passaria 70% de seu tempo cavucando ou com outros comportamentos orais. Ele estaria também envolvido em interações sociais complexas. No entanto, porcos, quando confinados em minúsculas baias individuais para criação intensiva, não conseguem exibir seus comportamentos naturais. A frustração de suas necessidades naturais leva a comportamentos repetitivos não naturais, conhecidos como estereótipos como morder grades ou barras. Esses 3 conceitos são freqüentemente usados para definir bem-estar animal, seja individualmente ou combinados. O diretor executivo da Associação dos Criadores de Suínos do Estado de Mato Grosso (Acrismat), Custódio Rodrigues de Castro Júnior, diz que já faz um tempo que os suinocultores mostram preocupação com o bem- estar-animal e trabalham para oferecer o máximo de conforto possível, deste o nascimento até o abate.

Atualmente, segundo a coordenadora de Defesa Animal do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea/MT), Daniella Soares de Almeida Bueno, a qualidade da carne representa uma das principais preocupações dos organismos internacionais e também nacionais, especialmente para consumidores mais exigentes. Porém, há uma associação direta com o manejo pré-abate, seja na propriedade, transporte dos animais, ou no frigorífico. Nesse sentido, programas de qualidade de carne devem enfatizar mais do que a oferta de produtos seguros, nutritivos, há uma necessidade de compromissos com a produção sustentável e a promoção do bem-estar humano e animal. O diretor de Pecuária do Grupo Camargo, Luiz Antônio Felipe, conta que há um acompanhamento do transporte ao frigorífico, para que seja garantido a total ausência de sofrimento dos animais.

A coordenadora do Indea diz ainda que a entidade realiza trabalhos severos de fiscalização em eventos agropecuários onde há exposições, julgamentos e rodeios para avaliar como estão sendo tratados os animais. Ela ressalta que há multas e até interdição deste eventos, caso seja detectado qualquer normalidade e maus tratos.
Fonte: Gazeta Digital

terça-feira, 5 de junho de 2012

Palestra Embrapa Agroindustria Alimentar:

Há grandes mudanças no padrão de consumo da população, com isso o número de doenças na população vem aumentando bastante como a obesidade, o diabetes, o colesterol, etc. Os alimentos funcionais surgiram para suprir a demanda por alimentos de melhor qualidade levando a uma vida mais saudável – cabendo ao profissional da área de desenvolvimento de produtos e a indústria de alimentos entender o que o consumidor está buscando e qual a demanda para que possa apresentar os produtos “certos”aos seus consumidores e torná-los fiéis. Por exemplo: qual o tipo de consumidor a empresa quer atender? Qual alimento ela tem “Know-How”? em que contexto este alimento será inserido na vida do consumidor (família, crianças, cidade, campo). Os apelos do alimento também são importantes pois o consumidor ainda está ligado a marca mesmo após a fusão das empresas, o preço ainda é fator determinante em muitos casos, a embalagem é fator que chama a atenção para um produto e o fato de ser um ingrediente funcional ainda precisa ser melhor delineado ao consumidor pois a maioria deles associa apenas alimento funcional a alimento saudável. O consumidor ainda precisa ser convencido de que alimento funcional vale a pena, de que o preço compensa devido aos benefícios em termos de sabor e saúde são maiores e vão além do preço superior as demais mercadorias do segmento.